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domingo, 25 de julho de 2010

DICA PARA CONTROLAR ORÇAMENTO




Para quem está endividado, o conselho é cortar despesas não essenciais e iniciar um ataque simultâneo em várias frentes de gasto.

1 – Quando possível, se desfaça de um bem, como o carro, por exemplo, para eliminar uma dívida
2 – Corte a TV a cabo e o celular, prefira um pré-pago
3 – Passe um tempo sem comprar roupas novas
4 – Passe longe de shoppings centers. Volte a frequentar o sapateiro da esquina, tire do baú modelos que aposentou na última estação.
5 – Renegocie dívidas, mas cuidado para não trocar uma dívida por outra.
6 – Saia do cheque especial e busque um empréstimo pessoal, mas antes confirme se os juros e as condições são favoráveis. A mesma dica é dada para quem está com dívida no cartão de crédito.ou procure um empréstimo familiar. Mantenha sempre uma “ficha limpa” com seus familiares e amigos, pagando rigorosamente em dia seus empréstimos. Essa costuma ser a mais barata fonte de crédito.
7 – Adquira o hábito de comprar à vista e adie a compra enquanto não tiver condições. Uma alternativa interessante é buscar comprar bens usados que, geralmente, são muito mais baratos. Livros, eletrodomésticos e móveis podem ser adquiridos em “segunda-mão”.

Fonte: Departamento de Economia Doméstica - Universidade Federal de Viçosa

China 'descobre' Brasil


A China deve liderar investimento estrangeiro no país.
País deve receber US$ 12 bi em investimentos diretos da China este ano.
Valor representa crescimento de cerca de 14.000% frente ao ano anterior
Depois de anos de investimentos tímidos no Brasil, a China está jogando pesado: até o final de 2010, os chineses devem trazer ao país US$ 12 bilhões, levando o gigante asiático à condição de maior investidor estrangeiro no país, de acordo com projeções do mercado, com base em valores já anunciados pelas empresas.

Esse número representa um crescimento de cerca de 14.000% em relação ao investido aqui pelos chineses no ano passado - parcos US$ 82 milhões, segundo dados do Banco Central. Em nove anos - de 2001 a 2009 - foram pouco mais de US$ 215 milhões. Também supera, com folga, os cerca de US$ 5,7 bilhões investidos no Brasil em 2009 pela Holanda, nação que mais trouxe recursos no ano passado.

25/07/2010 07h24 - Atualizado em 25/07/2010 07h24
China 'descobre' Brasil e deve liderar investimento estrangeiro no país
País deve receber US$ 12 bi em investimentos diretos da China este ano.
Valor representa crescimento de cerca de 14.000% frente ao ano anterior.
Anay Cury
Do G1, em São Paulo

imprimir Depois de anos de investimentos tímidos no Brasil, a China está jogando pesado: até o final de 2010, os chineses devem trazer ao país US$ 12 bilhões, levando o gigante asiático à condição de maior investidor estrangeiro no país, de acordo com projeções do mercado, com base em valores já anunciados pelas empresas.

Esse número representa um crescimento de cerca de 14.000% em relação ao investido aqui pelos chineses no ano passado - parcos US$ 82 milhões, segundo dados do Banco Central. Em nove anos - de 2001 a 2009 - foram pouco mais de US$ 215 milhões. Também supera, com folga, os cerca de US$ 5,7 bilhões investidos no Brasil em 2009 pela Holanda, nação que mais trouxe recursos no ano passado.

As crises econômicas que abateram os Estados Unidos e a Europa foram decisivas para que o Brasil entrasse no foco dos chineses.

"Depois de a China ter sofrido com a retração dos mercados americanos e europeus, sobrou a América Latina, que ainda não havia sido tão explorada pela distância e pelas diferenças culturais. Como o Brasil passou relativamente bem por essa crise, acabou sendo alvo dos chineses", afirma o presidente honorário da Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Econômico e diretor da Fortune Consulting, Paul Liu.

Além das perspectivas positivas de crescimento da economia brasileira nos próximos anos, os especialistas atribuem o grande aporte de recursos a outros motivos.

"Claramente há intenção do governo chinês de sinalizar aos empresários que fazer negócios com o Brasil é estratégico, principalmente levando em conta a Copa do Mundo [em 2014] e as Olimpíadas [em 2016]", disse Kevin Tang, diretor da Câmara de Comércio e Indústria Brasil China.
Recursos naturais
As atenções dos investidores estão voltadas principalmente para os recursos naturais encontrados no país, garantindo, além de lucro, o fornecimento de bens essenciais para a manutenção do expressivo crescimento chinês. Os setores petrolífero, de mineração, de siderurgia e de transmissão de energia têm sido os mais visados pelos chineses.

E eles vêm com tudo: neste ano, já foram fechados negócios da ordem de billhões de dólares. No setor de mineração, a estatal Wuhan Iron and Steel Corporation (Wisco) fechou contrato com a LLX, do empresário Eike Batista, para a construção de uma siderúrgica no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ). A previsão é que sejam produzidas 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano. O acordo representa US$ 3,29 bilhões de injeção de capital chinês.

Além de parcerias com companhias nacionais, os chineses estão investindo também na instação de empresas próprias. A Sany Heavy Industry, fabricante de maquinário para construção civil, pretende investir cerca de US$ 100 milhões para instalar sua primeira fábrica no Brasil, em São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Considerados bons credores, já que o valor do crédito é mais baixo em relação a outros países, bancos chineses também estão começando a se instalar no Brasil. O Banco da China, por sua vez, anunciou a abertura do primeiro escritório no país em São Paulo.


Fonte G1 - Anay cury